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Novo Posto de Identificação foi ativado na Aldeia Lagoinha, em Aquidauana, para ampliar o acesso à Carteira de Identidade Nacional (CIN) (Foto: Divulgação)
Por: Editorial | 19/08/2026 16:18
Moradores da Aldeia Lagoinha, em Aquidauana, passaram a contar com um serviço que pode facilitar o acesso a direitos e reduzir a necessidade de deslocamentos até a área urbana. A Sejusp ativou nesta quarta-feira (19) um novo Posto de Identificação na comunidade, permitindo a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) mais perto da população.
Localizada a cerca de 59 quilômetros da sede de Aquidauana, a Aldeia Lagoinha concentra uma população que, somada a moradores de comunidades e assentamentos próximos, representa um público estimado em aproximadamente 9 mil pessoas que poderá ser beneficiado pela iniciativa.
O posto faz parte de um projeto desenvolvido pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, por meio do Instituto de Identificação, para ampliar a oferta de serviços de documentação civil em regiões afastadas dos centros urbanos. A unidade da Lagoinha é a terceira implantada dentro dessa estratégia.
A iniciativa teve início no fim de julho, com a instalação de postos no Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, e na Aldeia Te’yikue, em Caarapó. Também está prevista ainda para agosto a abertura de uma unidade na Aldeia Jaguapiru, em Dourados.
Os atendimentos são realizados em parceria com a Secretaria de Estado de Educação, utilizando estruturas de escolas da Rede Estadual de Ensino existentes nas próprias comunidades. A medida permite ampliar a presença de serviços públicos sem a necessidade de construir novas unidades exclusivamente para essa finalidade.
Para os moradores da Lagoinha e de localidades próximas, a descentralização pode representar economia de tempo e redução de custos. Antes da instalação do posto, quem precisava emitir ou atualizar documentos poderia ter de percorrer dezenas de quilômetros até a cidade, o que também poderia significar gastos com transporte e afastamento das atividades profissionais ou familiares.
Com a emissão da CIN dentro da própria comunidade, o atendimento passa a ocorrer mais próximo do cotidiano da população. A proposta busca justamente diminuir obstáculos geográficos e facilitar o acesso à documentação básica.
A utilização das escolas estaduais também aproxima a iniciativa das políticas de educação e cidadania. Como esses espaços já fazem parte da rotina das famílias, eles passam a exercer uma função adicional na oferta de serviços essenciais.
A documentação civil é necessária para diversas situações da vida cotidiana e pode ser exigida no acesso a serviços, programas sociais, benefícios e outras políticas públicas. Dessa forma, ampliar os pontos de atendimento contribui para diminuir barreiras que ainda dificultam o exercício pleno da cidadania em comunidades mais distantes. Com informações: Dourados News
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