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O cabo Geovane Ribeiro de Freitas, de 43 anos, morreu durante o plantão em um quartel do Corpo de Bombeiros em Aracruz, no Espírito Santo (Foto: Reprodução/Redes Sociais).
Por: Editorial | 25/08/2026 07:23
Uma ocorrência durante o plantão terminou em tragédia na noite de sábado, 22 de agosto, em Aracruz, no Espírito Santo. O cabo Geovane Ribeiro de Freitas, de 43 anos, integrante do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo, morreu após ser encontrado desacordado na academia do quartel onde estava trabalhando.
De acordo com as informações divulgadas pela corporação, o militar realizava uma caminhada em uma esteira quando passou mal. O equipamento permanecia ligado em velocidade compatível com caminhada quando Geovane foi localizado por um colega.
Assim que percebeu a situação, o colega iniciou os procedimentos de reanimação cardiopulmonar. Uma equipe avançada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência também foi acionada e participou do atendimento, mas o bombeiro não resistiu.
Geovane havia retornado ao serviço aproximadamente um mês antes, depois de permanecer afastado por motivos médicos. Segundo o Corpo de Bombeiros, o retorno ocorreu após autorização médica e avaliação da Junta Médica da própria instituição.
Após a liberação, o militar estava autorizado a realizar atividades físicas consideradas de baixo impacto. Na noite em que morreu, durante o período de plantão, ele optou por utilizar a academia da unidade para fazer uma caminhada.
As circunstâncias exatas que provocaram a morte não foram detalhadas nas informações divulgadas pela corporação. A causa do óbito deverá ser esclarecida pelos procedimentos oficiais de investigação e pelos exames médicos pertinentes.
Em manifestação oficial, o Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo lamentou profundamente a morte do cabo e ressaltou sua trajetória profissional, além da dedicação demonstrada ao longo dos anos de serviço.
A corporação também manifestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de farda de Geovane, destacando a perda de um militar que atuava na missão de proteger e salvar vidas.
A morte do bombeiro causou comoção entre integrantes da corporação e pessoas que conviviam com o militar. Geovane deixa familiares, amigos e colegas de profissão, que agora enfrentam a perda de um servidor dedicado à atividade de emergência e proteção da população. Com informações: Pleno News.
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