|
Hoje é Segunda-feira, 31 de Agosto de 2026.
Medidas como o uso de repelente e a eliminação de água parada ajudam a reduzir o risco de picadas de mosquitos transmissores. (Foto: Clara Medeiros/Dourados News/Arquivo)
Por: Editorial | 25/08/2026 13:38
Febre, dores no corpo e mal-estar podem parecer sinais comuns de diversas infecções, mas também estão entre as manifestações da febre do Nilo Ocidental, doença viral transmitida principalmente pela picada de mosquitos do gênero Culex. A atenção aumentou após a confirmação de casos humanos em diferentes estados brasileiros.
A maioria das pessoas infectadas não apresenta sintomas. Entre os casos que evoluem com manifestações clínicas, os sinais costumam ser leves e podem incluir febre, indisposição, perda de apetite, náuseas, vômitos, dor de cabeça, dores musculares e desconforto nos olhos. Também podem surgir manchas na pele e aumento dos gânglios linfáticos.
Em uma parcela menor dos pacientes, a infecção pode atingir o sistema nervoso e provocar quadros mais graves, como encefalite e meningite. Confusão mental, alteração do nível de consciência, tremores e convulsões são sinais de alerta que exigem atendimento médico imediato.
Atualmente, não existe vacina nem medicamento antiviral específico para tratar a infecção pelo vírus do Nilo Ocidental em seres humanos. O atendimento é direcionado ao controle dos sintomas e ao suporte clínico do paciente.
Nos quadros leves, as orientações médicas podem incluir repouso, ingestão adequada de líquidos e medicamentos para aliviar os sintomas. Já pacientes com manifestações graves podem precisar de internação hospitalar, inclusive em unidades de terapia intensiva, para receber hidratação intravenosa, suporte respiratório e acompanhamento contínuo.
O diagnóstico é realizado a partir da avaliação clínica e de exames laboratoriais específicos. A investigação também considera o histórico de deslocamentos e a possibilidade de contato com áreas onde há circulação do mosquito transmissor.
A prevenção está diretamente relacionada ao controle dos mosquitos e à redução do contato com os insetos. O uso de repelente, instalação de telas em portas e janelas e eliminação de recipientes que possam acumular água são algumas das medidas recomendadas.
No Brasil, a vigilância epidemiológica permanece em alerta após registros recentes da doença. Em São Paulo, foram confirmados casos humanos, enquanto outros estados também registraram ocorrências ou investigações relacionadas ao vírus. A orientação das autoridades é manter os cuidados preventivos e procurar atendimento de saúde diante de sintomas persistentes ou sinais neurológicos. Com informações: Dourados News
Divulgue sua marca conosco!
Sua empresa quer mais visibilidade e alcance de público? Entre em contato e anuncie conosco.
WhatsApp: (67) 2102-1069
Leve sua marca mais longe e conquiste novos clientes! 
