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Menina de 12 anos foi agredida na saída de uma escola em Nova Lima, na Grande Belo Horizonte. Funcionários da instituição intervieram e interromperam o ataque. (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Por: Editorial | 01/09/2026 09:30
Uma agressão registrada na saída de uma escola em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, ganhou repercussão após imagens mostrarem uma mulher atacando uma menina de 12 anos. A suspeita, de 20 anos, já havia sido presa anteriormente por suspeita de violência física e psicológica contra um ex-companheiro e a ex-sogra.
O novo episódio aconteceu na sexta-feira, 28 de agosto. Conforme o registro policial, a mulher teria se irritado após a adolescente participar de uma brincadeira com o irmão dela, que envolvia tapas e pequenos socos. A situação evoluiu para uma agressão, e a menina acabou sendo atingida com socos, tapas e chutes.
Nas imagens que circularam nas redes sociais, a adolescente aparece caída enquanto é atacada. Em determinado momento, a mulher também puxa os cabelos da vítima. Funcionários da escola intervieram e conseguiram interromper a agressão.
A menina foi atendida pela Polícia Militar e encaminhada para uma unidade hospitalar. Segundo as informações divulgadas, ela apresentava ferimentos no rosto, na cabeça e em outras partes do corpo. O Conselho Tutelar acompanha o caso.
Após o ataque, a suspeita deixou o local e, até a noite de sábado, 29 de agosto, ainda não havia sido localizada. A Polícia Civil instaurou investigação para apurar as circunstâncias da ocorrência e as responsabilidades envolvidas.
Registros judiciais mostram que a mulher também esteve envolvida em uma ocorrência anterior. Em 21 de junho de 2025, ela foi presa em flagrante sob suspeita de praticar violência física e psicológica contra o então companheiro e a ex-sogra.
A decisão judicial que determinou a soltura após a audiência de custódia, realizada no dia seguinte à prisão, apontou a existência de indícios de violência. Apesar da liberação, foram impostas medidas cautelares e protetivas, incluindo a proibição de se aproximar das supostas vítimas, restrições de contato e a obrigação de comparecer aos atos processuais. Ela também ficou impedida de deixar a comarca sem autorização judicial.
Além desse episódio, a mulher foi citada em outro processo iniciado em 2025, relacionado a uma acusação de ameaça contra duas pessoas. O processo foi arquivado em março de 2026 depois que uma das vítimas declarou não ter interesse em continuar com o caso. A outra não compareceu à audiência.
Até o momento, os registros mencionados não resultaram em condenação contra a suspeita. A investigação referente à agressão contra a menina de 12 anos segue sob responsabilidade da Polícia Civil.
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