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Policiais encontraram máquinas, insumos, embalagens e rótulos utilizados na fabricação de cosméticos falsificados em galpão na Grande São Paulo. (Foto: Divulgação)
Por: Editorial | 04/09/2026 08:58
Uma operação da Polícia Civil desarticulou, na quarta-feira, 2 de setembro, uma fábrica clandestina utilizada para produzir cosméticos falsificados da marca WePink, que tem a influenciadora Virginia Fonseca como sócia. A ação ocorreu em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, e terminou com 13 pessoas presas em flagrante.
O galpão funcionava na Rua Porto, no bairro Chácara Cuiabá. Segundo as investigações, o local era utilizado para fabricar produtos que imitavam itens do catálogo oficial da marca.
Os investigadores apuraram ainda que os cosméticos falsificados eram comercializados por meio de dois principais canais. Parte da mercadoria era anunciada em redes sociais, alcançando compradores de diferentes regiões, enquanto outra parcela abastecia pontos do comércio popular, incluindo bancas da Feira da Madrugada, no Brás, região central de São Paulo.
Com mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça, os policiais foram até o imóvel e encontraram a produção em funcionamento. No interior do galpão havia equipamentos industriais, máquinas, matérias-primas e insumos químicos utilizados na fabricação dos produtos.
Também foram localizados grandes volumes de embalagens, rótulos, etiquetas e recipientes semelhantes aos utilizados nos produtos originais da WePink, segundo a polícia.
As 13 pessoas encontradas no local foram presas em flagrante. Conforme informações divulgadas pelo portal Metrópoles, os detidos são Daniele dos Santos Stopa, Rodrigo Porfirio Camargo, Kimberli Marcela Carvalho Dias, Filipe Ferreira de Carvalho, Jesse Lass Santos, Nicole Nunes Caldas, Anna Karolina Pereira Porto, Leticia Ferreira da Silva, Levi Vitor da Silva Pereira, Vinicius Henrique Caetano Garrido, Henrique Camargo Vilaça, Jessica Silva de Souza e Vinicius da Silva Prado.
De acordo com a Polícia Civil, o responsável pela fábrica não estava no galpão no momento da operação e ainda é procurado.
As investigações também apontaram que parte dos presos já havia sido detida em junho deste ano, em outra fábrica clandestina que, segundo a apuração, produzia falsificações da mesma marca. Na ocasião, os investigados obtiveram autorização judicial para responder ao processo em liberdade.
Diante da nova prisão, a Polícia Civil informou que deverá solicitar à Justiça a conversão das prisões em flagrante em preventivas, considerando a possibilidade de continuidade das atividades ilegais.
Os presos, as máquinas e os materiais apreendidos foram encaminhados à Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas, a 1ª Cerco, ligada à Delegacia Seccional do Centro da capital paulista.
O inquérito continuará para identificar outros possíveis envolvidos na distribuição dos produtos falsificados e localizar o responsável pelo imóvel apontado como comandante do esquema. Com informações: Banda B
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