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Hoje é Segunda-feira, 07 de Setembro de 2026.
Caso ocorreu no Jardim Noroeste. (Foto: Reprodução)
Por: Editorial | 07/09/2026 07:36
Uma mulher de 57 anos, que seria motorista de aplicativo, é suspeita de ter avançado com um carro contra uma mulher de 40 anos e a filha dela, de apenas 3 anos, durante uma discussão ocorrida na tarde deste domingo (6), no Jardim Noroeste, em Campo Grande.
O caso aconteceu por volta das 17h, na Rua Vassouras, no momento em que a criança era devolvida à mãe. A mulher de 57 anos é irmã do ex-companheiro da vítima.
Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, a mãe possui a guarda unilateral da menina, enquanto o pai tem direito de convivência. No entanto, existe uma medida protetiva em vigor contra o homem. Por esse motivo, um familiar era responsável por realizar a entrega e a devolução da criança.
Ainda conforme o registro policial, a mulher de 57 anos teria ido até o endereço para entregar a menina. Durante o encontro, as duas começaram uma discussão.
A mãe relatou que, durante o desentendimento, teve os cabelos puxados pela suspeita e também teria sido ofendida com comentários relacionados aos cuidados com a filha. A criança possui atraso na fala e realiza acompanhamento fonoaudiológico.
Após a discussão, conforme o relato apresentado à polícia, a mulher teria entrado em um Volkswagen Polo e acelerado o veículo na direção da mãe e da criança.
Ao perceber que o carro se aproximava, a mulher de 40 anos conseguiu pegar a filha e entrar rapidamente na residência. O veículo não chegou a atingir as duas e, segundo o boletim de ocorrência, não houve registro de lesões físicas.
Após o episódio, a mãe procurou a Polícia Civil e manifestou interesse em obter medidas protetivas contra a suspeita. Ela também solicitou proteção para a filha de 3 anos.
O Conselho Tutelar foi comunicado sobre a ocorrência, que foi registrada como ameaça, difamação e vias de fato.
O boletim aponta ainda que já existe um registro anterior envolvendo as mesmas pessoas, feito em 2024.
A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias do caso e ouvir os envolvidos e eventuais testemunhas.
A vítima foi orientada a acionar a Guarda Municipal, pelo telefone 153, ou a Polícia Militar, pelo 190, caso ocorra uma nova situação de risco.
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