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Polícia apura morte de mulher horas após receber alta em Nova Andradina


Luana dos Santos Hilário, de 42 anos, procurou atendimento com dor no peito e no braço; família questiona conduta médica e investigação ainda não apontou responsabilidade.
Luana dos Santos Hilário, de 42 anos, morreu após retornar ao Hospital Regional de Nova Andradina horas depois de receber alta. (Referência: Arquivo pessoal) Por: Editorial | 19/09/2026 07:11

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte de Luana dos Santos Hilário, de 42 anos, ocorrida em 13 de agosto, poucas horas depois de ela procurar atendimento no Hospital Regional de Nova Andradina, na região do Vale do Ivinhema. Familiares questionam a conduta adotada durante o primeiro atendimento e levantaram a possibilidade de erro médico.

Segundo informações apresentadas pela família, Luana esteve no hospital no dia 12 de agosto após apresentar pressão no peito e dor no braço esquerdo. Inicialmente, ela teria sido classificada na triagem como caso de risco azul, considerado de menor urgência.

Na sequência, a paciente foi avaliada por um médico, que registrou quadro de dor torácica irradiada e parestesia. Conforme os relatos encaminhados às autoridades, os familiares afirmam que não teriam sido realizados exames como eletrocardiograma e troponina durante aquele atendimento.

Ainda de acordo com a representação apresentada à polícia, a hipótese registrada naquele momento teria sido de ansiedade generalizada. Luana recebeu medicação e foi liberada do hospital.

Cerca de seis horas depois, já na manhã do dia 13 de agosto, a mulher retornou à mesma unidade em estado grave. A equipe médica realizou procedimentos de reanimação, mas ela não resistiu. O óbito foi constatado às 7h20.

Documentos apresentados pela família indicam que a certidão de óbito apontou choque cardiogênico e infarto agudo do miocárdio como causas da morte.

Diante do caso, os familiares solicitaram a abertura de investigação por possível homicídio culposo, hipótese relacionada a uma eventual morte causada sem intenção. A Polícia Civil deverá analisar documentos, prontuários e demais elementos para esclarecer as circunstâncias do atendimento e da morte.

Até o momento, não há conclusão oficial de que tenha ocorrido erro médico. As alegações apresentadas pelos familiares ainda passarão por análise técnica e investigação das autoridades responsáveis. Com informações: Dourados News

 

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