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Anvisa apreende medicamento falsificado usado no tratamento de câncer de mama


Lote do Phesgo com fabricação indicada em junho de 2025 foi proibido de ser vendido, distribuído ou utilizado após alerta da fabricante.
Phesgo é utilizado no tratamento de determinados casos de câncer de mama. (Foto: Imagem ilustrativa) Por: Editorial | 21/09/2026 09:50

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a apreensão de unidades falsificadas do medicamento Phesgo, utilizado no tratamento de determinados casos de câncer de mama. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (21) e atinge especificamente unidades do lote B5011B05 que apresentam “06/2025” como data de fabricação.

A identificação do produto irregular foi comunicada à Agência pela própria fabricante, a Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Segundo a empresa, as unidades encontradas possuem características diferentes das apresentadas pelo medicamento original e foram consideradas falsificadas.

A determinação da Anvisa proíbe que essas unidades sejam armazenadas, comercializadas, distribuídas, importadas, exportadas ou utilizadas. A medida busca impedir que o produto irregular chegue a pacientes que dependem do tratamento.

Outros medicamentos

A mesma resolução também determinou medidas contra lotes do Dysport, medicamento à base de toxina botulínica tipo A. A fabricante Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda. informou à Anvisa que não reconhece como originais os lotes P08191, com validade até abril de 2029, P08192, com validade até maio de 2029, e P22368, com validade até fevereiro de 2029.

Os produtos desses lotes tiveram a comercialização, distribuição e utilização proibidas, além da determinação de apreensão.

A Anvisa também suspendeu a propaganda de diversos medicamentos manipulados anunciados pela Queen Pharma Aesthetic Ltda. nas redes sociais. Entre os produtos citados estão Lidocaína 2% sem vasoconstritor, Desinflame, Morusil Slim+, Hepato Detox, Metabolismo Power, Muscledefin, Skinbooster, Papada Slim, Melasma, Lipo Slim e Soft Lipo.

Outra empresa, a Farmácia Malheiro Ltda., também teve a publicidade de medicamentos manipulados suspensa após anúncios publicados em seu site.

Além disso, a Agência proibiu a comercialização e a propaganda de produtos derivados de cannabis fabricados por uma empresa não identificada. Conforme a Anvisa, os itens eram divulgados em site e redes sociais sem registro ou autorização da Agência. Com informações: Campo Grande News

 

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