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UPA Guatós, em Corumbá, onde uma bebê de 2 meses e 13 dias deu entrada sem vida na manhã desta terça-feira (6). (Foto: Diário Corumbaense)
Por: Editorial | 06/10/2026 14:40
A morte de uma bebê de 2 meses e 13 dias mobilizou equipes de segurança e assistência social na manhã desta terça-feira (6), em Corumbá. A criança foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Guatós já sem vida, e a Polícia Civil abriu investigação para esclarecer as circunstâncias do caso.
Segundo as informações apuradas inicialmente, a mãe chegou à unidade de saúde relatando que a filha não estava respirando. A criança foi imediatamente encaminhada para a área de atendimento de emergência, onde profissionais de saúde constataram a morte e observaram sinais de que o óbito teria ocorrido algum tempo antes.
Questionada sobre o que havia acontecido, a mãe relatou que ocorreu falta de energia elétrica na residência durante a noite e que teria saído para buscar uma alternativa de fornecimento na casa de um vizinho. Conforme a versão apresentada por ela, ao retornar percebeu que a bebê não respirava.
Durante a avaliação da criança, a equipe médica também observou presença de sangue em sua roupa. A mãe informou que o sangue teria saído da boca da bebê. Diante das circunstâncias, foram acionados a Polícia Militar, o Conselho Tutelar e a Polícia Civil.
A mulher foi encaminhada à delegacia para prestar esclarecimentos. Até a divulgação das primeiras informações, não havia definição sobre eventual prisão em flagrante, e nenhuma responsabilidade havia sido atribuída.
O delegado plantonista acompanhou os trabalhos de perícia na residência onde a criança vivia. Os levantamentos incluem a análise do quarto onde a bebê estava e das demais dependências do imóvel, em busca de elementos que possam ajudar a determinar o que provocou a morte.
Familiares e vizinhos também começaram a ser ouvidos pela Polícia Civil. A investigação deverá reunir os depoimentos, os resultados periciais e demais informações antes de definir quais providências serão adotadas.
O caso é tratado com cautela pelas autoridades, e a causa da morte ainda dependerá dos exames e das diligências em andamento. Com informações: Diário Corumbaense
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