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Buscas por Mariana de 11 anos avançam em Nova Iguaçu após polícia encontrar possíveis vestígios e ouvir familiares


Menina de 11 anos está desaparecida desde 1º de outubro; roupas, cabelo e uma faca foram encontrados durante buscas, mas Polícia Civil ainda não confirmou relação com o caso.
Mariana Queiroz de Carvalho está desaparecida desde 1º de outubro, em Nova Iguaçu; polícia realiza buscas e analisa materiais encontrados durante as diligências. (Foto: Reprodução) Por: Editorial | 07/10/2026 09:42

As buscas por Mariana Queiroz de Carvalho, de 11 anos, desaparecida desde 1º de outubro em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, ganharam novos desdobramentos nesta terça-feira (6). Equipes da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros realizaram diligências em diferentes pontos da região após o recebimento de informações que poderiam ajudar na localização da menina.

Mariana desapareceu quando seguia para a escola Chaer Kazen Kalaoum. Naquele dia, ela usava uniforme escolar, carregava uma mochila lilás e estava com tranças no cabelo.

O desaparecimento foi percebido depois que o irmão mais velho, de 15 anos, foi até a unidade de ensino para buscá-la. No local, ele recebeu a informação de que Mariana não havia comparecido às aulas naquele dia.

Nesta terça-feira, policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense e bombeiros concentraram parte das buscas no bairro Marapicu. A mobilização ocorreu após uma denúncia recebida pelo Disque-Denúncia apontar que a criança poderia ter sido morta e que o corpo estaria escondido naquela região.

Durante as diligências, foram encontrados pedaços de roupas, fios ou mechas de cabelo e uma faca. Moradores que também participavam das buscas localizaram parte dos materiais.

Entre os objetos encontrados, um conjunto de tranças chamou atenção por apresentar características semelhantes às usadas por Mariana no dia do desaparecimento. O material foi recolhido e deverá passar por análise.

Apesar das descobertas, a Polícia Civil ressalta que ainda não há confirmação de que os objetos encontrados pertençam à menina ou estejam diretamente relacionados ao desaparecimento. Os itens deverão ser submetidos a exames e confrontados com outros elementos da investigação.

Familiares de Mariana também foram chamados para prestar depoimento. Parentes próximos compareceram à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, em Belford Roxo, onde foram ouvidos pelos investigadores.

A polícia busca reconstruir a rotina da menina e identificar o que aconteceu entre o momento em que ela saiu de casa e o horário em que deveria ter chegado à escola. Imagens, depoimentos e possíveis vestígios encontrados ao longo das buscas fazem parte da apuração.

Outro ponto investigado envolve um incêndio ocorrido na residência da família durante o fim de semana. Conforme informações prestadas às autoridades, a mãe de Mariana relatou que, abalada com o desaparecimento da filha, teria tentado queimar algumas roupas da menina.

A Polícia Civil apura as circunstâncias desse episódio e busca verificar a versão apresentada, sem estabelecer, até o momento, qualquer relação direta entre o incêndio e o desaparecimento.

As equipes continuam realizando buscas e analisando informações recebidas desde o desaparecimento. A prioridade das autoridades é localizar Mariana e esclarecer completamente as circunstâncias do caso.

Quem tiver informações que possam contribuir com a investigação pode procurar a Polícia Civil, acionar o 190 ou encaminhar dados aos canais oficiais responsáveis pelas buscas.

 

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