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MPMS investiga abastecimento de medicamentos para tratamento de câncer no Hospital Regional


Inquérito civil busca verificar a regularidade do fornecimento e as medidas adotadas para evitar interrupções na quimioterapia oferecida pelo SUS.
Hospital Regional de Mato Grosso do Sul é alvo de inquérito do MPMS que apura a regularidade do abastecimento de medicamentos destinados ao tratamento oncológico. (Foto: Divulgação) Por: Editorial | 08/10/2026 09:43

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) instaurou um inquérito civil para apurar a situação do abastecimento de medicamentos utilizados no tratamento de pacientes com câncer no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS), em Campo Grande.

A investigação está sob responsabilidade da 32ª Promotoria de Justiça de Saúde Pública da Capital e busca verificar se os estoques estão sendo mantidos de forma regular, além de analisar as providências adotadas para evitar eventual falta de medicamentos.

Outro ponto da apuração é assegurar a continuidade dos tratamentos quimioterápicos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente diante da necessidade de manter o atendimento sem interrupções aos pacientes oncológicos.

O Hospital Regional é administrado pelo Governo de Mato Grosso do Sul por meio da Fundação Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul (Funsau).

O procedimento tramita sob sigilo e, até o momento, não foram divulgados quais medicamentos fazem parte da investigação, os níveis atuais dos estoques ou a quantidade de pacientes que poderia ter sido eventualmente afetada.

Também não há confirmação, com base nas informações disponíveis, de suspensão de sessões de quimioterapia ou interrupção dos tratamentos realizados pela unidade hospitalar.

O objetivo do inquérito é reunir informações e documentos que permitam ao Ministério Público avaliar as condições de abastecimento e as medidas adotadas pela administração para garantir a assistência aos pacientes.

A abertura do procedimento não significa que irregularidades tenham sido comprovadas nem representa responsabilização prévia de gestores ou servidores. A investigação seguirá para esclarecer os fatos e verificar se haverá necessidade de novas medidas por parte do MPMS. Com informações: Estado Diário

 

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