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Brasileira natural de Cascavel foi detida no aeroporto de Bali após a apreensão de cocaína líquida escondida em frascos de produtos de higiene pessoal (Foto: Polícia da Indonésia).
Por: Editorial | 16/10/2026 14:10
Uma viagem internacional terminou em prisão e pode trazer consequências graves para uma brasileira de 36 anos, natural de Cascavel, no oeste do Paraná. A mulher, já identificada, foi detida na Indonésia após agentes encontrarem aproximadamente 3,6 quilos de cocaína líquida escondidos em frascos de xampu e outros produtos de higiene pessoal transportados em sua bagagem.
A abordagem ocorreu em 6 de outubro de 2026, no Aeroporto Internacional Ngurah Rai, em Bali. Conforme informações divulgadas pelas autoridades indonésias, a passageira havia chegado em um voo procedente do Brasil quando sua bagagem foi submetida à fiscalização alfandegária.
Durante a inspeção, os agentes localizaram a substância distribuída em sete recipientes. A apreensão está entre as ocorrências de destaque envolvendo cocaína líquida registradas na região, segundo informações divulgadas pela polícia local.
De acordo com relatos publicados pela imprensa internacional, a mulher afirmou aos investigadores que teria sido procurada por um brasileiro para transportar a droga até Bali e entregá-la a outra pessoa. Pela suposta tarefa, receberia US$ 50 mil, valor equivalente a aproximadamente R$ 249 mil na cotação mencionada nas reportagens.
A versão apresentada durante o interrogatório deverá ser considerada no decorrer das investigações. A responsabilidade criminal da suspeita ainda depende da apuração dos fatos e da decisão da Justiça indonésia.
O caso chama a atenção pela severidade das leis antidrogas da Indonésia. No país asiático, crimes relacionados ao tráfico de entorpecentes podem resultar em longas penas de prisão, prisão perpétua e, em determinadas circunstâncias previstas na legislação, pena de morte.
As autoridades locais consideram a apreensão relevante devido à quantidade e à forma como a substância foi transportada. A investigação deverá esclarecer a origem da cocaína, o destino final do material e a possível participação de outras pessoas no esquema.
A prisão também reacende o alerta sobre os riscos enfrentados por viajantes que aceitam transportar encomendas para terceiros sem conhecer integralmente seu conteúdo ou procedência. Em países com legislação rigorosa sobre entorpecentes, esse tipo de situação pode resultar em consequências judiciais extremamente graves.
O caso segue sob responsabilidade das autoridades da Indonésia, que deverão reunir elementos para esclarecer as circunstâncias do transporte e definir os próximos passos do processo. Com informações: Banda B
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