|
Hoje é Segunda-feira, 19 de Outubro de 2026.
Damiana Maria Alves de Assunção foi morta pelo ex-companheiro em Goiânia. O filho de 9 anos ficou ferido ao tentar defendê-la. (Foto: Reprodução.)
Por: Editorial | 19/10/2026 10:13
Uma mulher com deficiência visual foi morta a facadas pelo ex-companheiro diante do próprio filho, de 9 anos, em Goiânia, Goiás. A criança também ficou ferida ao tentar intervir para proteger a mãe, em um episódio de violência doméstica que evidencia os riscos enfrentados por mulheres mesmo quando já existe uma medida judicial de proteção.
A vítima foi identificada como Damiana Maria Alves de Assunção. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o crime aconteceu na tarde de domingo (18). O suspeito foi preso após a ocorrência.
De acordo com informações atribuídas à Polícia Militar, o homem teria ido à residência da ex-companheira após romper a tornozeleira eletrônica. Durante uma discussão, ele teria atacado Damiana com uma faca. O filho tentou protegê-la e acabou ferido durante a agressão.
A criança recebeu atendimento médico e foi encaminhada ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol). Conforme as informações divulgadas, os ferimentos não representavam risco de morte.
Vítima tinha medida protetiva
Um dos aspectos mais preocupantes do caso é que Damiana já contava com uma medida protetiva expedida pela Justiça contra o ex-companheiro. Conforme informações do caso, havia determinação para que ele mantivesse distância da mulher e de seus familiares.
O suspeito também utilizava tornozeleira eletrônica por determinação judicial relacionada a episódios anteriores de ameaças. A ocorrência deverá contribuir para a análise das circunstâncias em que as medidas impostas foram descumpridas e das providências que poderão ser adotadas pelas autoridades.
Após o crime, equipes policiais realizaram buscas pelo suspeito. Segundo os relatos divulgados, ele foi localizado e preso. A investigação deverá esclarecer todos os detalhes da ocorrência e subsidiar os procedimentos judiciais.
O caso reacende a preocupação com a violência contra mulheres e a necessidade de fortalecer os mecanismos de prevenção e proteção às vítimas. Situações de ameaça, perseguição e agressão devem ser comunicadas às autoridades, especialmente quando há descumprimento de medidas judiciais.
Mulheres que precisam de orientação ou desejam denunciar situações de violência podem procurar a Central de Atendimento à Mulher, pelo telefone 180. Em situações de emergência, a Polícia Militar pode ser acionada pelo número 190. Com informações: BacciNotícias
Divulgue sua marca conosco!
Sua empresa quer mais visibilidade e alcance de público?
Entre em contato e anuncie conosco.
WhatsApp: (67) 2102-1069 Fixo (67) 2102-1089 
