|
Hoje é Quarta-feira, 21 de Outubro de 2026.
Dois brasileiros de Mato Grosso retornaram à Ucrânia após um período afastados dos combates e voltaram a atuar em uma unidade militar ligada à Guarda Nacional ucraniana (Foto: Reprodução/Vídeo divulgado nas redes sociais).
Por: Editorial | 21/10/2026 09:55
Após sete meses longe dos combates, dois homens de Mato Grosso decidiram retornar à Ucrânia para voltar a atuar na guerra contra a Rússia. A decisão foi divulgada recentemente e chamou a atenção após a circulação de um vídeo nas redes sociais mostrando o retorno dos brasileiros ao conflito.
Os dois são moradores de municípios mato-grossenses e já haviam participado da guerra antes de regressarem ao Brasil. Um deles permaneceu no país por aproximadamente sete meses, período em que ficou afastado das atividades militares na Ucrânia.
Segundo informações publicadas pela imprensa regional, o retorno aconteceu após um convite para integrar novamente uma unidade militar. Os brasileiros passaram a fazer parte de um grupo de operações especiais vinculado à Guarda Nacional da Ucrânia.
Entre as atividades atribuídas à unidade estão missões de reconhecimento, operações de assalto e ações voltadas à retomada de posições ocupadas pelas forças adversárias. A atuação ocorre em meio à continuidade dos confrontos, que provocam mortes, destruição de infraestrutura e deslocamento de civis.
A guerra em larga escala começou em fevereiro de 2022, quando tropas russas invadiram o território ucraniano. Desde então, o conflito se prolonga sem uma solução definitiva, apesar de iniciativas diplomáticas e tentativas de negociação.
A participação de brasileiros em forças militares estrangeiras também desperta preocupação devido aos riscos envolvidos. Em julho de 2026, informações divulgadas pela imprensa nacional com base em dados do Ministério das Relações Exteriores apontavam 127 brasileiros mortos ou desaparecidos no conflito entre Rússia e Ucrânia.
O Itamaraty desaconselha o alistamento de brasileiros em forças armadas de outros países e alerta que a assistência consular pode ser limitada, especialmente quando existem contratos militares que dificultam o desligamento voluntário. Com informações: MídiaNews
Divulgue sua marca conosco!
Sua empresa quer mais visibilidade e alcance de público?
Entre em contato e anuncie conosco.
WhatsApp: (67) 2102-1069 Fixo (67) 2102-1089 
