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Malévola Alves retornou ao Brasil e relatou supostos abusos durante a detenção no Egito. (Foto: Reprodução)
Por: Editorial | 23/10/2026 16:09
A influenciadora brasileira Malévola Alves fez graves acusações contra policiais egípcios após retornar ao Brasil. Ela afirma ter sofrido assédio sexual durante o período em que esteve detida em Alexandria, no Egito, e relatou que agentes teriam tocado em seu corpo e tentado assediar sua amiga, Bruna Mercatelli, durante o transporte até o aeroporto.
Em entrevista concedida após desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, Malévola afirmou que os episódios teriam ocorrido dentro de um veículo policial. Segundo seu relato, os agentes também teriam dado a entender que elas poderiam recuperar os celulares apreendidos caso aceitassem os contatos físicos. A influenciadora disse, porém, que os aparelhos não foram devolvidos conforme teria sido sugerido.
As declarações foram feitas depois que as brasileiras foram detidas no dia 20 de outubro, em Alexandria, por suspeitas relacionadas a vídeos publicados nas redes sociais. As duas foram liberadas após o pagamento de fiança e retornaram ao Brasil.
Influenciadora afirma que gravações foram consentidas
Além das acusações contra os policiais, Malévola contestou a interpretação dada às gravações que motivaram a detenção. Ela afirmou que os homens que aparecem nos vídeos estavam de acordo com as interações registradas e que as cenas foram produzidas com a participação voluntária deles.
A influenciadora e Bruna Mercatelli defenderam o conteúdo em entrevistas após a chegada ao Brasil. Bruna também declarou que os homens envolvidos nas gravações consentiram com as brincadeiras registradas.
As autoridades egípcias, por outro lado, apontaram suspeitas de comportamento de conotação sexual e assédio a pessoas em locais públicos. O caso motivou a investigação e a detenção das brasileiras.
Caso repercutiu após retorno ao Brasil
Os relatos de Malévola sobre o tratamento recebido durante a detenção ampliaram a repercussão do caso nas redes sociais. A influenciadora também afirmou ter sido submetida a situações humilhantes e atribuiu parte do tratamento à sua identidade de gênero.
As acusações de abuso e assédio foram apresentadas pela própria influenciadora e não devem ser confundidas com fatos comprovados de forma independente. O caso envolve versões distintas sobre os vídeos e sobre a conduta das autoridades durante a detenção. Com informações: BacciNotícias
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