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Armas e munições apreendidas durante operação policial em Bandeirantes, em agosto. (Foto: Divulgação/Batalhão de Choque)
Por: Editorial | 26/10/2026 14:48
Um motorista de aplicativo suspeito de exigir relações sexuais como forma de pagamento por uma corrida voltou a ser alvo de uma denúncia policial em Mato Grosso do Sul. O caso envolve uma passageira de 22 anos que teria saltado do veículo em movimento após recusar a proposta do condutor, na madrugada desta segunda-feira (26), em Campo Grande.
De acordo com as informações divulgadas pela imprensa local, a jovem solicitou uma corrida por aplicativo e, quando o veículo se aproximava do destino, o motorista teria exigido que ela pagasse a viagem com relações sexuais.
Diante da recusa, a passageira teria oferecido pagar um valor maior em dinheiro para chegar em segurança à residência. No entanto, segundo o relato registrado à polícia, o condutor teria mudado o trajeto e seguido em direção a uma praça.
Com medo da situação, a jovem pulou do carro ainda em movimento e sofreu escoriações na mão esquerda, nos joelhos e no abdômen. Após o episódio, o motorista teria deixado o local. O caso foi encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
O motorista já havia sido preso em 15 de agosto, durante uma ação do Batalhão de Choque da Polícia Militar em uma propriedade rural na região de Bandeirantes, município localizado a cerca de 70 quilômetros de Campo Grande.
Na ocasião, os policiais apreenderam armas e munições avaliadas em aproximadamente R$ 30 mil. Conforme as informações publicadas, o condutor estava acompanhado do tio, que também foi preso durante a ocorrência.
Entre os itens apreendidos estavam espingardas, uma arma de pressão e munições. O motorista, que teria se identificado como militar do Exército Brasileiro, também estava com uma pistola Glock calibre 9 milímetros.
Após a audiência de custódia relacionada à ocorrência de agosto, os dois homens foram colocados em liberdade, segundo a imprensa local.
A denúncia de importunação sexual e as circunstâncias do episódio envolvendo a passageira estão sujeitas à apuração das autoridades. Até que haja uma decisão judicial, o motorista deve ser tratado como suspeito. Com informações: AconteceuMS
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