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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) Arte/CNN
Por: | 28/05/2023 18:08
A mais longa campanha eleitoral da história brasileira está na reta final da final com mais do mesmo.
As campanhas podem xingar quanto quiserem as pesquisas de intenção de voto, mas é exatamente por conta dessas pesquisas que as duas campanhas decidem o que vão fazer. E os números com os quais as duas campanhas trabalham tiveram pouca variação nestas últimas quatro semanas.
Elas começaram indicando um impulso positivo para a campanha de Bolsonaro, que entrou no segundo turno a partir de um patamar mais alto do que se esperava.
Embora tivesse sido capaz de diminuir ainda mais a diferença que o separa de Lula, é o candidato petista que os levantamentos consideram favorito por uma margem estreita que, teoricamente, não é impossível de ser superada – o que, tecnicamente, obriga a se considerar a corrida como aberta.
A mais longa campanha política da história foi sobretudo um duelo de rejeições ásperas, brutal e num ambiente perigoso que não deu espaço para confronto de propostas ou ideias.
Sabe-se por experiência recente que as horas derradeiras antes de eleições costumam registrar fortes correntes de eleitores numa direção ou outra.
Daí a enorme tensão nas duas campanhas. As pesquisas indicam que é pouco o que elas ainda podem mudar, mas o pouco é decisivo. (CNN)
